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Preparação Física Zé Mário Sperry p/ Renzo Gracie





Neste ano foi realizada mais uma edição da "olimpíada da luta agarrada". O ADCC - 2011, foi um evento que reuniu os melhores grapplers do mundo na Inglaterra.

O grande diferencial foi oportunizar combates épicos como a disputa entre José Mário Sperry x Renzo Gracie.

Após mais de 30 minutos de luta duríssima, Zé Mário sagrou-se vencedor.

Agora, detalhes exclusivos de sua Preparação Física específica para Submission Wrestling será revelada para os leitores deste Blog (veja o vídeo logo abaixo).

Oportunamente parabenizamos o competente Preparador Físico, Diogo Souza, responsável pelo planejamento da Preparação Física de Sperry.


Leandro Paiva



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Modalidades de Combate: médico do COB diz que educação é chave contra doping involuntário






Antes de trabalhar como médico do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Roberto Nohan, 34 anos, foi atleta de remo. Para a disputa dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, ele passará mais de um mês na cidade de San Luis Potosí, local escolhido pelas delegações de atletismo e Taekwondo para a aclimatação à altitude.

Qualquer problema médico que os cerca de 110 atletas vierem a ter durante a preparação passará pela sua sala, instalada no Centro Deportivo La Loma, a casa brasileira em Potosí. Além da altitude, a prevenção contra o doping involuntário faz parte da sua lista de preocupações. A estrutura para a recuperação de atletas do Brasil em Potosí conta com o médico, dois fisioterapeutas e dois massoterapeutas.

O fato de ter sido atleta, segundo ele, ajuda no diálogo com quem ainda está na ativa. "A gente conversa com o atleta de igual para igual e o atleta consegue entender um pouco mais o nosso argumento. Em relação ao doping, ao longo do tempo, o atleta tem nos procurado mais e cada vez mais a gente vê menos o uso sem querer. Ainda não é o ideal, por isso que estamos trabalhando".

De acordo com ele, o comitê olímpico mantém um livreto que tem a orientação oficial, com informações bastante objetivas e em linguagem informal, muito fácil de ser entendido. "Isso serve para que o atleta não faça de propósito e entenda as sanções para o de propósito. E que mais ainda não faça sem querer. Com o apoio do Comitê, várias federações também dão aulas sobre o tema. Existe uma forma de educação continuada. Essas aulas mostram que a medicação por conta própria causa problemas. Temos um canal aberto para o diálogo com eles", afirma.

O médico diz ficar com o celular ligado 24h por dia para sanar qualquer tipo de dúvida. "Consciente, seja em que situação for, o atleta, se tiver dúvida, vai sempre consultar o médico. O doping, involuntário ou não, acaba deixando marcas na carreira".

Dois atletas que vicenciaram o problema, com desfechos diferentes, estarão treinando em Potosí. Em 2003, às vésperas do Pan-Americano de Santo Domingo, na República Dominicana, o controle antidopagem encontrou a presença da substância Clostebol em uma análise da atleta do salto em distância Maurren Maggi. Ela alegou ter utilizado um creme cicatrizante sem saber da presença da substância, que é a primeira na lista de proibições da Associação Internacional de Federações de Atletismo (IAAF). Suspensa por dois anos, ficou fora do Pan e dos Jogos Olímpicos de Atenas, em 2004. Em 2008, em Pequim, tornou-se campeã olímpica da prova.

Neste ano, Cesar Cielo campeão olímpico de natação em Pequim na prova do 50m livre, escapou de punição ao ser julgado pela Corte Arbitral do Esporte pelo uso da substância furosemida. O Tribunal entendeu que o atleta não foi culpado nem negligente no caso de doping. Nicholas Santos e Henrique Barbosa receberam a mesma sentença. Vinícius Waked foi suspenso por um ano por ser reincidente. Na sua defesa, Cielo alegou que a contaminação foi acidental e que não houve ganho de rendimento. Uma cápsula de cafeína teria sido mal manipulada pela farmácia responsável e a substância ingerida de maneira não intencional.

Por Vagner Magalhães

Fonte: http://esportes.terra.com.br
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Muay Thai versus força, flexibilidade e agilidade





Excelente artigo recém publicado. Nele, os autores versam sobre a contribuição do Muay Thai na melhora das valências físicas mais utilizadas na modalidade.

Analisaram oito homens treinados, competidores de Muay Thai que praticaram regularmente a pelo menos 6 meses a modalidade.

Os principais trechos deste artigo podem ser lidos abaixo.


Leandro Paiva



Muay Thai versus força, flexibilidade e agilidade. Uma análise da contribuição do Muay Thai na melhora das valências físicas mais utilizadas na prática da modalidade.

Autores: Pollyanna Ferreira da Silva e Alan Corrêa da Silva Martins

Fonte: www.efdeportes.com


Introdução

O Muay Thai é uma luta originária da Tailândia país do qual é o esporte nacional, tão quanto o futebol no Brasil, o que a torna a maior potência de tal esporte no mundo.

É semelhante a outros estilos indochineses de kickboxing e é conhecida mundialmente como a arte das oito armas (FPK/IFMA2008) pois se caracteriza pelo uso combinado dos dois punhos, cotovelos, joelhos, pernas e associado a uma forte preparação física que a torna uma luta de contato total poderosa.

Todo golpe do muay thai tem o objetivo de acabar com a luta através do nocaute (Knock-out). Utilizam-se socos parecidos com os do boxe inglês, golpes com as pernas, típicos desta luta, e também os joelhos e cotovelos, em competições os golpes considerados validos são os que combinam precisão e potência levando em conta o grau de dificuldade e de tradicionalidade dos golpes aplicados.

O treinamento ajuda os praticantes a terem maior poder de concentração nas suas atividades paralelas, sendo uma luta capaz de desenvolver concentração, auto-confiança além de condicionamento físico.

Trazendo como suas principais valências físicas a agilidade, a força e a flexibilidade, (que aqui serão definidos segundo Carnaval, 1997), pois faz-se necessário para a precisão de seus golpes

Na agilidade, a capacidade que o indivíduo tem de realizar movimentos rápidos com mudança de direção e sentido, seus principais fatores influenciadores na performance são a força, veocidade flexibilidade e coordenação. Sendo totalmente visualizadas quando da realização da esquiva do lutador ao tentar não ser atingido pelo adversário.

A flexibilidade é aqui definida como grau de amplitude de uma articulação. Diversos fators estão diretamente ligados a ela: superfície osséa, músculos, ligamentos, tendões, maleabilidade da pele entre outros. Porém, dificultam ainda mais o desempenho da flexibilidade a idade, o sexo, o aquecimento, temperatura ambiental e principalmente a tolerância a dor. Tornando-se esta última, fator relevante no treino e aquisição dessa valência física.

Para o aluno/atleta de Muay thai, a flexibilidade é fator preponderante na realização da maioria dos golpes realizados. Podendo ser facilmente visualizado quando referimo-nos a golpes com os membros inferiores como por exemplo no kao tromg (joelhada frontal), teep tromg (chute frontal), thed tad (chute lateral) que utilizam-se das articulações do quadril, do joelho, do tornozelo e pés e mesmo até nos golpes realizados com os membros superiores, nas articulações do ombro, do cotovelo e do punho, que são utilizados desde os golpes mais básicos mad trong (soco reto), sok tad (cotovelada lateral) até os mais sofisticados como mad glab (soco giratório) e o kadrot sok sub (cotovelada pulado e de cima para baixo). Tornando-se imprescindível aos semi-profissionais e profissionais, quando no tocante a luta, os adversários inúmeras vezes não são de altura similar como ocorre nos treinamentos.

Rizzo Pinto (1997) define força como sendo a capacidade de usar a energia mecânica, produzindo contrações que levam o segmento ou o corpo a, vencendo resistências, superar oposições criadas pela ação das leis naturais que regem o universo.

A força muscular é das valências físicas a mais importante de todas, pois ela é elemento indispensável na realização de qualquer tipo de movimento, do mais elementar ao mais complexo, sendo no contexto das artes marcias, elemento primordial quando na realização dos golpes. No que se refere à competição quando há enfrentamento, dar-se-a para “decidir” quem é o mais forte, no caso do Muay Thai, o confronto geralmente ocorre visando além da impressão de golpes precisos no adversário o nocaute (KO).

Face ao exposto, o presente estudo visa mensurar as valências físicas agilidade, flexibilidade e força, pré e pós treinamento, onde tais valências foram exigidas e verificar o comportamento de tais variáveis. Tomando como pressuposto o Muay Thai como elemento incentivador de possível melhora.

Participantes

Participaram da amostra oito homens treinados, competidores de Muay Thai que praticam regularmente a pelo menos 6 meses a modalidade. As características físicas dos participandes apresentaram as médias (±s): idade: 313,4 ± 134,2 meses, Peso corporal de 69,4 ± 12,8 kg, estatura 175,9 ± 5,4 cm.

Controle nutricional

A nutrição dos participantes permaneceu inalterada de sua rotina cotidiana. Sendo solicitada hidratação reforçada nas 24 horas anteriores ao estudo.

Desenho experimental

Aos participantes, selecionados de forma aleatória dentro das características exigidas (tempo de treino, graduação). Foi aplicado os testes de Agilidade (Shuttle run), Flexibilidade (“Sentar e Alcançar” de Wells) e Força (Dinamômetro manual), antes e depois da intervenção que constituiu-se de exercícios dentro da filosofia do Muay Thai que exigiam essas valências físicas.

Análise estatística

A estatística foi realizada aceitando o nível de significância para todas as variáveis estudadas em p ≤ 0,05. Realizou-se uma análise descritiva dos dados e foi utilizado o teste “t” de Student pareado.

Resultados

Os testes foram aplicados em oito praticantes de Muay Thai, do sexo masculino, adultos e com prática da modalidade superior a seis meses, sendo demonstrado no quadro abaixo uma análise descritiva dos dados para um melhor entendimento dos resultados que serão descutidos posteriormente, sendo possível a visualização das médias e respectivos desvios na idade, peso, estatura, dinamômetro pré e pós teste e banco de wells pré e pós teste.

Força

Uma qualidade essencial na execução das técnicas nos movimentos de Muay Thai é a força, em especial no clinche, onde os atletas a aplicam constantemente e na execução dos golpes com os membros inferiores e superiores, sendo o Muay Thai uma modalidade de combate que mede a eficiência dos lutadores pela sua precisão e potência na aplicação das técnicas, juntamente com fatores como execução correta dos movimentos pertencentes à modalidade.

A força dos atletas se torna um item indispensável para um resultado satisfatório em competições em relação à contundência dos golpes, sendo observado no estudo uma melhora significativa na força dos atletas/praticantes no pós-treino, indicando necessidade de trabalho específico antes do combate visando otimizar essa qualidade, e infere-se a possibilidade de contribuição do treinamento de Muay Thai para o desenvolvimento da força, em especial nos membros superiores, no grupo estudado.

Flexibilidade

O Muay Thai utiliza inúmeros golpes com os membros inferiores, tendo assim a flexibilidade como valência física indispensável para execução correta desses movimentos, agindo diretamente no resultado da performance, mostrando-se imprescindíveis principalmente nos chutes altos como o thed tad (chute circular altura do rosto), e o thed tawad glab lang (chute giratório com a sola do pé na altura do rosto) que exigem uma maior amplitude de movimento na articulação do quadril e uma maior flexibilidade e alongamento dos músculos bíceps femorais, semibrenaceo, semitendineo, os ísquios tibiais, assim como os adutores.

Os atletas/praticantes demonstraram uma pequena melhora na flexibilidade, chamando-nos atenção da necessidade de treino especifico dessa valência física visando sua melhora significativa, e nos alertando da exigência da preparação dos grupos musculares mais exigidos.

Agilidade

Em um combate é exigido do atleta que execute inúmeros ataques, defesas, contragolpes e esquivas de forma sistemática e em um ritmo e momento apropriado, normalmente são executados ataques e bloqueios simultâneos ou em ataques em resposta aos estímulos do adversário e ainda são utilizados ataques combinados que utilizam lados opostos do corpo demandando grande agilidade, que aqui já foi definida por Carnaval (1997) como a capacidade que o indivíduo tem de realizar movimentos rápidos com mudança de direção e sentido. Nas categorias mais leves é muito mais intensa a aplicação dessa valência, já nas categorias de peso mais altas é menos observada porém não menos importante no combate.

Foi notado nos atletas/praticantes uma pequena melhora pós treino o que corrobora com a necessidade de se fazer um trabalho específico pré combate. É também uma qualidade que deve ser associada ao treino técnico, pois quanto mais ágil o praticante, maior sua capacidade de executar movimentos diversos em varias situações do combate.

Conclusão

Podemos concluir que as valências físicas agilidade, flexibilidade e força, pré treinamento sisiteatizado de Muay Thai apresentam diferenças significativas dos seus resultados pós treinamento do grupo estudado, onde tais valências foram exigidas, podendo assim ser sugerido que a prática de tal modalidade esportiva possa ser pressupoto de possível melhora. Trazendo consigo a necessidade de outros estudos com um número maior de indivíduos para que possam ser generalizados os resultados.
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A Ciência das Artes Marciais: Jon Jones



O atual campeão meio-pesado (93kg) do UFC, Jon Jones, foi a bola da vez em mais uma rodada de pesquisas realizadas com atletas de MMA.

O estudo foi produzido pelo programa Sport Science da ESPN Americana. A envergadura dele foi o quesito mais abordado, e constatou-se que o norte-americano possui 2m14cm. Nenhum outro lutador, nem os pesos-pesados do evento, conseguem tamanho alcance com os braços.

Além da envergadura, procuraram respostas sobre a força e potência com que Jones aplica sua temida cotovelada giratória. Sua cotovelada norte sul (de cima para baixo) também foi avaliada. Ele consegue em média acertar 10 cotoveladas em 4 segundos. Assista o material audiovisual na íntegra, logo abaixo.


Leandro Paiva












Jon Jones Sports Science por jajacolino12 no Videolog.tv.

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Qual método julga ser eficiente para o atleta se concentrar antes de lutar?




Em nossa última enquete realizamos a seguinte pergunta aos internautas:

Qual método julga ser eficiente para o atleta se concentrar antes de lutar?

Seguem os resultados de acordo com a opinião dos leitores:

Nenhuma das respostas anteriores, pois isso varia de acordo com o lutador (38%)

Ouvir música estimulante (26%)

Repassar mentalmente o plano de luta (10%)

Praticar Yôga (9%)

Realizar aquecimento vigoroso (9%)

Ouvir música relaxante (6%)


Aproveitando, convido a todos para participar da próxima enquete (coluna do lado esquerdo do Blog), respondendo a seguinte pergunta: Qual local no Brasil julga ser mais adequado para a realização de Congresso Científico de Lutas em 2012?
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UFC e lesões cerebrais





As consequências ao cérebro depois de tanto impacto ainda não são conhecidas pelos profissionais de saúde. Por isso mesmo, está sendo lançado um estudo com 500 lutadores profissionais (boxeadores e de luta livre), em parceria com a Cleveland Clinic, nos Estados Unidos. O projeto esta sendo financiado pela bilionária fundação Kirk Kerkorian’s Lincy.

A ideia é justamente entender o impacto físico das pancadas no cérebro dos atletas com a finalidade de melhorar o tratamento das lesões cerebrais. Hoje em dia, sabemos apenas como os danos se comportam no cérebro nos estágios finais, mas sabe-se pouco dos estágios iniciais das lesões e o que acontece com o acúmulo de danos ao passar dos anos. Lógico, cada pessoa reage a pancadas na cabeça de forma diferente, mas isso nunca foi estudado de forma criteriosa.

Os participantes irão se submeter a quatro procedimentos de MRI (escâner cerebral usando ressonância magnética) por ano, antes e depois das lutas. Além disso, terão acompanhamento físico, cognitivo e testes de fala que servirão para monitorar como a atividade cerebral é afetada após traumas no ringue.

A pesquisa tem atraído treinadores de outros esportes e conta com o apoio das associações de boxe, preocupadas com o impacto negativo de grandes lutadores em estados deploráveis depois de uma vida de glória nos ringues. Um exemplo clássico é o lutador Muhammad Ali, afetado com o mal de Parkinson – um ícone do esporte que sobre de imobilidade, tremores e demência.

Um dos objetivos da pesquisa será correlacionar a dinâmica do fluxo sanguíneo, medidas de regiões especificas do cérebro e tamanho da lesão a tempo de informar ao atleta quando é a hora de parar. Espera-se que o estudo traga autoridade suficiente para convencer lutadores seriamente machucados a se retirar dos ringues e aposentar, antes de serem afetados por doenças mais sérias.

Hoje em dia, segundo o regulamento oficial do boxe, apenas um exame de MRI é necessário durante a carreira inteira do atleta. O custo de cada exame fica em cerca de U$ 3.500. Com pouco dados e exames caros, a decisão de parar acaba sendo subjetiva e não intimida o lutador ou a equipe.

O estudo deve beneficiar neurologistas interessados em outras doenças, como Alzheimer, Parkinson e Esclerose Múltipla – todas relacionadas com lesões cerebrais durante a vida do indivíduo. Os resultados serão divulgados publicamente em uma revista científica especializada, mas os dados de cada lutador permanecerão confidenciais. Os pesquisadores acreditam que a metodologia vá incentivar organizadores a exigir o escâner de cérebro como requisito para a licença de luta.

O que não está claro é como será a reação de lutadores (e fãs) ao serem informados que devem abandonar o ringue no auge das carreiras. Não acredito que o estudo irá afetar o desenvolvimento do esporte, pelo contrário, acredito que estudos como esse servirão para fortalecê-lo, aumentando a qualidade nas competições. Nada contra uma luta de MMA, mas eu ficaria mais confortável sabendo que a tecnologia e a neurociência estão auxiliando os atletas, protegendo-os de uma futura vida com demência, depressão ou outro efeito crônico qualquer.


Por Alysson Muotri (biólogo molecular formado pela Unicamp com doutorado em genética pela USP. Fez pós-doutoramento em neurociência e células-tronco no Instituto Salk de pesquisas biológicas - EUA).
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